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TRIGO
A atual safra de trigo
atinge, nesta semana, 30% de área plantada, sendo que 27% já estão
germinados. Com as condições meteorológicas transcorrendo dentro da
normalidade e beneficiando a cultura , as lavouras se desenvolvem
bem neste início de safra. Segundo o Informativo Conjuntural,
elaborado pela Emater/RS-Ascar, não foram registrados casos de
pragas ou moléstias, e as plantas apresentam bom vigor.
CANOLA
A semeadura da canola
foi encerrada na região do Planalto, ocupando uma área de
aproximadamente 15.000 hectares. No Alto Uruguai, a estimativa de
plantio é de uma área próxima aos 1.300 hectares. No Noroeste e
Missões a área está estimada em 3.320 hectares. A média de
produtividade esperada é de, aproximadamente, 1,5 toneladas por
hectares. A cultura encontra-se toda semeada, com 7% iniciando a
fase de germinação e 93% já em desenvolvimento vegetativo, com bom
padrão e sem problemas com pragas e doenças no momento.
OLERÍCOLAS
Em geral, as olerícolas
apresentaram melhora na qualidade, durante o período, devido aos
últimos dias de tempo bom, ensolarado e com baixa umidade, o que
dificulta a proliferação de doenças fúngicas. O mercado registrou
leve reação nos preços recebidos pelos produtores.
No Litoral Médio,
municípios de Tavares e Mostardas, as sementeiras de cebola estão
implantadas e apresentam bom desenvolvimento; foram utilizadas
aproximadamente 65% de variedades precoces. A previsão de área
transplantada deve aumentar em relação ao ano passado, entre 15% e
20%, ficando entre 1.050 ha e 1.100 hectares. A semeadura direta nas
áreas que utilizam essa tecnologia já foi iniciada. Na região da
Serra, as condições do clima possibilitaram o estabelecimento das
sementeiras remanescentes, restando apenas as áreas destinadas à
semeadura direta, normalmente realizada no mês de julho. As
variedades precoces vêm se desenvolvendo muito bem, com retomada do
crescimento, e as sementeiras das variedades do tarde se encontram
com boa germinação.
BOVINOS
O mercado estadual de
bovinos para abate está valorizado. A oferta de animais tem sido
regular, o que impediu uma grande variação nos preços. Porém, devido
ao declínio do campo nativo, é esperada uma redução na oferta para
os próximos períodos, com conseqüente elevação nos valores
praticados. Isso se confirma no último levantamento sistematicamente
realizado nas principais praças de comercialização. A vaca gorda
passou de R$ 2,20 para R$ 2,24 o kg vivo, aumento de 1,82%, e o boi
gordo aumentou 1,21%, passando seu preço médio de R$ 2,49 para R$
2,52 o kg vivo. A ausência de geadas está possibilitando a
manutenção do rebanho graças à boa disponibilidade de forragem na
forma de volumoso. |